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Acesso pelo link: http://klarkc.praiseweb.com.br/arquivos/5393_Redes.pdf
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http://sourceforge.net/projects/hdpvrassistant/
A primeira versão da GUI já está pronta, toda em python, em forma de Wizard.
Agora partirei pra o “backend” para o real funcionamento
Sinta-se avontade para ajudar, caso queria xD. Estou usando o svn como repositório.
Um pvr maravilhoso que captura vídeos no formato HD de qualquer fonte com a teconologia. Importei dos EUA para trabalhar com ele. Ele é o primeiro da série que é compatível com o linux, mas ainda precisa-se desenvolver alguns aplicativos para ele. Estou fazendo isso lol. Em um momento que estou aprendendo python, tentarei criar o “assistente” usando essa linguagem. Pelo menos a parte gráfica tá começando a ficar pronta rsrs.. Quem quizer colaborar comigo é só me contactar, vou lançar o software sob licença GPL
Segunda-feira, 01 de setembro de 2008 – 10h48
Um estudo feio pelo instituto Akatu a pedido da Microsoft tentou identificar o sentimento dos consumidores brasileiros em relação a produtos piratas.
Na análise, foram levados em conta não só CDs e DVDs com conteúdo pirateado, mas também roupas, perfumes e outros acessórios vendidos nas ruas.
A análise diz que muitos brasileiros acreditam que estão “ajudando os camelôs” quando compram produtos piratas, o que não os faz se sentirem culpados por desrespeitar regras de copyright. Embora tenham consciência de que a pirataria fomenta a sonegação fiscal, muitos consumidores dizem não se importar.
A principal razão para isso é que, boa parte de quem compra produtos falsos não acredita que os impostos que pagam retornem para ele em forma de serviços do Estado.
Outro fator favorável à pirataria é o fato das pessoas comprarem os produtos falsos em ruas movimentadas, no meio do dia. O comércio às claras dá a sensação de que comprar produtos falsos não é algo reprovável.
O principal incentivo ao comércio pirata, no entanto, é a diferença de preço. Todos os grupos sociais ouvidos alegam que buscam economizar ao comprar um CD falso, por exemplo.
O trabalho do Akatu, no entanto, diz que os consumidores têm uma preocupação ética com suas atitudes e se sentem incomodados com o argumento de que ajudam o crime organizado a crescer.
A análise servirá de orientação para companhias de software, música e vídeo fazerem campanhas contra a pirataria mais eficazes.
FONTE: http://info.abril.com.br/aberto/infonews/092008/01092008-7.shl